terça-feira, 1 de maio de 2012

Um defunto no café da manhã

 Autoria: Professora Sueli Aparecida Pereira de Oliveira

Hoje parecia um dia comum, como todos os dias. Tomei banho, coloquei água para fazer um cafezinho, remédio certo para despertar. Pensei no jornal aos pés da porta e enquanto me dirigia a esta surgiu na minha cabeça de repente a dúvida, o telefone havia tocado durante a noite ou teria sonhado?Um barulho na porta ou proxímo chamou-me a atenção. Abri. Olhei para frente e quando baixei a vista, rente aos meus pés eis que surgia um corpo. Caído, inerte. Abaixei-me para conferir. Estava gelado. Com certeza, morto. A primeira reação , o instinto, era descobrir de quem se tratava, era um amigo. Então, não sonhava, ele havia me ligado, a bina confirmara e teve um ataque antes que pudesse me pedir socorro.

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